PREFÁCIO

 

 

 

CAPA: ESCOLAS ESTADUAIS:

 

 

E.E.P.S.G. FERNANDO VALEZI

Fundada em 27/12/77

            Total de alunos: 1460

E.E.P.G. ODILA GALLI LISTA

            Fundada em 01/04/32

            Total de alunos: 553

E.E.P.G. (R) FDA POUSO ALEGRE

            Fundada em 01/02/84

            Total de alunos: 103

E.E.P.G. FANNY ALTAFIN MACIEL

            Fundada em 30/11/81

            Total de alunos: 970

E.E.P.G. DO JD. EUROPA (CAIC)

            Fundada em 15/02/95

            Total de alunos: 950

 

 

 

 

IV ANTOLOGIA POÉTICA DE MACATUBA

 

 

 

 

 

Corpo de Jurados

Professora: Mitsuco Tanaka Ribeiro

Professora: Carmem Lúcia Ugucione

Professora: Maria Elisa Galassi

 

 

 

 

Realização

Prefeitura Municipal de Macatuba

Departamento de Educação e Cultura

 

 

 

1ª Edição – 1996

Macatuba - SP

 

 

 

 

PREFÁCIO

 

Nestes quatro anos a poesia fez-se presente na vida de muito. Talentos foram surgindo e outros foram firmados.

A verdade é que muita gente experimentou a liberdade que um lápis e um papel podem dar. Tornaram-se amigos da palavra. Hoje, quem sabe, inseparáveis.

A IV Antologia Poética traz consigo novos e velhos conhecidos. Crianças, jovens e adultos que expressam sentimentos, desejos; voaram na imaginação, aterrissaram firmes na terra dos poetas.

Neste caminho de versos e rimas encontrou-se a mão firme de pai, amigo e, numa grande maioria dos professores.

Os mestres incentivaram, buscaram bons exemplos encaminhandos seus alunos à luz da cultura. E, hoje, certamente, vêem seus esforços frutificados.

A IV Antologia Poético rende suas homenagens às escolas de Macatuba que souberam ser participativas; fazendo ressurgir a criança e a liberdade sem as quais não se faz poetas, não se faz vida, nem se vive para ser feliz.

O Departamento de Educação e Cultura deseja a todos aqueles que ao terem experimentado o doce sabor da poesia não o abandone. Escreva sempre mais porque um cidadão livre também é feito de versos.

 

Selma P. de Freitas Spunar

Diretora Depto. Ed. E Cultura

Presidente da ACEP

 

 

 

 

 

CATEGORIA INFANTIL

 

 

 

SONHOS

1º Lugar – Régis André S. Hueb

 

De que adianta trabalhar

se preocupar quando tudo é um sonho

que nunca vai acabar.

Para que brincar quando a brincadeira

é sonhar.

Um sonho é a realidade

dos que acreditam que ele

pode virar verdade.

O sonho pode durar se nele você

acreditar.

O sonho é o consolo dos deprimente,

sem dentes, sem casa, sem fala, sem mala

e alguns trapos que não servem de guardanapos

e sim de cobertor.

É triste a sensação de sonhar

e pensar que ao amanhecer

você vai acordar e tudo vai acabar.

 

Pseudônimo: Pitoresco

 

NO SÍTIO

2º Lugar – Mateus Mariano Pontes

 

No sítio da minha avó

Tem tulha e tem paiol

Quando chove tem barro

Quando não chove tem pó.

 

Minha avó tem reclamado

Que os ratos destroem sem dó

Quando o gato está na tulha

O rato está no paiol.

 

Meu avô armou a ratoeira,

Para ver o que acontecia

A ratoeira desarmou

No dedo da minha tia.

 

Pseudônimo: Galego

 

LIBERDADE

3º Lugar – Maria Jaqueline Dias dos Santos

 

Liberdade tem que

Ser de verdade

Para os escravos

Até os homens bravos.

 

Como um passarinho

Que voa por aí

Para achar seu

Ninho.

 

Ou como um

Gatinho!

Que pula de

Telhado em telhado

Para achar o seu

Dono confirmado!

 

Um golfinho,

Que fala bem

Baixinho pelos oceanos

A liberdade que

Ele tem,

Mas uma liberdade

Que é de verdade.

 

Pseudônimo: Jaque

 

POESIA

Régis André S. Hueb

 

Poesia é tão gosto ler.

Lendo-a você pode entender.

E expressar tudo que sentes

As vezes coisas alegres

As vezes coisas tristes.

 

Uma poesia linda você pode fazer

Até sem aprender a escrever

É só abrir o coração

Que ele fala por você.

 

Oh que lindo ser poeta,

Mais ainda fazer parte da poesia

Misturando sua vida

Com letrinhas coloridas.

 

Se você falar e um passarinho rimar

Um poeta não se espanta

Pois prá ele é natural

São palavras virando poesia

Quando o pássaro canta.

 

Pseudônimo: Pitoresco

 

A CIDADE ABANDONADA

Maria Jaqueline Dias dos Santos

 

Como está abandonada

A cidade tão povoada!

Assemelha-se a uma viúva

A grande entre as nações

Rainha das canções

Ficou sujeita ao mundo.

 

Lágrimas que inundava as ruas

ninguém o entristece

Todos o traíram

Os amigos tornaram-se

Inimigos.

O senhor partiu da cidade

Sem alimento, sem nenhum tostão

Não tinha repouso,

Nem no chão.

 

Sua vida foi se acabando

Como se acaba uma borracha

Pois a sua cidade não

Foi mais habitada.

 

Pseudônimo: Jaque

 

A COLA QUE COLA

André José Artioli

 

Eu tenho uma cola que cola;

Todos os papéis da escola,

Eu tenho uma cola que cola;

Todas as coisas que trago na escola!

 

Eu tenho uma cola que cola;

Mas ele não é regulada da bola,

Eu tenho uma cola que cola;

Porque quando ela cola, não descola!

 

Eu tenho uma cola que cola;

Mas o que gosto mesmo é tomar coca-cola,

Eu tenho uma cola que cola;

E paquerar a menina que me dá bola!

Pseudônimo: AJA

 

 FLOR DA MINHA VIDA

André José Artioli

 

A flor da minha vida

É uma bela menina

Ela se parece com uma rosa

Tão formosa e carinhosa.

 

Eu sinto o seu perfume

Que me dá até ciúmes

Esta flor da minha vida

Está me deixando sem saída

 

Fia esta poesia com alegria

Imaginando como você seria

E se gostaria de ser a flor querida

Jardim da minha vida

 

Pseudônimo: AJA

 

O ELEFANTE

Débora da Silva

 

O elefante

Era gigante

Com sua perna elegante

E sua tromba grande.

 

Ele viu um gato

Que virou rato

Olha que barato.

 

Um dia ele se apaixonou

E me chamou

E a história terminou.

 

Pseudônimo: Mini

 

A MÃO

Guilherme O. Campos

 

Sem a minha mão

Não poderia brincar,

Pular

E dar soco no ar.

 

Sem a minha mão

Não poderia segurar

E jogar

BASKETBALL

 

AGRADEÇO A DEUS PELAS MINHAS MÃOS.

 

Pseudônimo: Não interessa

 

A CASA AMARELA

Janaina Diniz

 

Havia uma casa amarela

Que não tinha porta nem janela

A estrada

Era asfaltada

E toda amarelada.

 

Ela vive sempre quebrada

Mais também arrumada

Um homem a viu

Com apenas uma janela.

 

Ele começou a viver lá

Pois tinha uma chaminé

Que parecia mais um pé

Com chulé.

 

Depois ele vendeu para um senhor

Que mudou a cor

E ficou um horror.

 

Pseudônimo: Gatinha

 

O PASSARINHO

Juliana Cardoso da Silva

 

O passarinho canta

Eu ouço ele cantar

Canta um canto bem cantado

Que me faz até chorar.

 

Passarinho, passarinho

Vai logo para seu lar

Porque se ficar na rua

Alguém pode te matar.

 

Olha passarinho

Não me faz chorar

Canta seu canto lindo

Que me faz alegrar.

 

Oh! passarinho

Vá pra seu lugar

Você é muito lindo

Alguém pode te aprisionar.

 

Passarinho, passarinho

Eu o aguardo com muita emoção

Você é muito lindo

Que eu o amo de coração.

 

Passarinho, passarinho

Vai dizer pra meu benzinho

Que eu o adoro

Com todo meu carinho.

 

Pseudônimo: Kika.

 

UMA MENINA QUE CANTA

Viviane Camila S. Prado

 

Eu sou uma menina

Que anda pelos cantos

Toda noite eu canto

Numa noite de encanto

Numa noite de luar

Canto uma canção de ninar

Numa manha de vento canto um canto

Eu canto uma canção que é assim

São João de rarrão rão-rão

Todas as vezes que meu pai escuta essa canção

Ele dá um abraço no meu coração.

 

Pseudônimo: Vivi

 

A PRINCESA

Sileide de Fátima Benjamin

 

Conheci uma princesa

Que era linda só no natal

Chegava o começo do ano

Ela só ficava no quintal.

 

Ela chorava de tristeza

Porque não havia ninguém para consolar

Um dia apareceu um príncipe

E começou a namorar.

 

Aí começou a ficar mais alegre

Começou a sorrir melhor

Porque não via a hora

De que a luz brilhasse ao seu redor.

 

Marcou seu casamento

Casou no castelo branco

Numa carruagem de ouro e prata

Passeou na cidade de Santos.

 

A princesa ficou bela

Quando abraçou a flor amarela

  O príncipe ficou encantado

Só de ver sua princesa do seu lado.

 

Ela casou com ele

Ele casou com ela

O povo ficou assustado

De ver uma princesa tão bela.

 

Pseudônimo: Pink

 

PALAVRAS

Larissa Momesso Tozzi

 

As palavras

São dadas

Para fazermos charadas

Escrevermos

Textos,

Frases, etc.

 

Algumas são

Bonitas

Mas outras não.

 

Não são todas

As palavras

Que têm seu sgnificado.

Só algumas.

 

Ah, palavras!

Não vivemos sem vocês.

Se vocês não existissem,

Como estaria escrevendo agora?

 

Pseudônimo: Lá

 

RELÓGIO

Larissa Momesso Tozzi

 

 Ah, relógio!

Se não fosse você

Como chegaria

Na hora exata

Para namorar,

Na escola

Para estudar.

Nunca me separei de você.

Mesmo que esteja atrasado,

Ficará sempre do meu lado.

 

Se eu me separar de você,

Será para trocar a bateria

Ou dar uma arrumadinha

Na sua pulserinha.

 

Você me indica

Os dias

As horas,

Os minutos

E os segundos,

E é por isso

Que eu gosto tanto de você.

 

Pseudônimo: Lá

 

 

 

 

CATEGORIA JUVENIL

 

 

 

TEATRO

1º Lugar – Éderson Ferreira

 

Os personagens:

Homo Sapiens; vilão.

Meio Ambiente; vítima.

 

Os personagens secundários:

Talvez o destino; vilão.

Toda forma de vida existente; vítimas.

 

Cenário:

Toda a terra,

E toda a água, também.

 

História:

Progredir,

Acima de Tudo!

 

Custo Total:

O Fim de toda Vida,

O Fim.

 

Conclusão:

Pela Baixa Criatividade,

Pela Alta Crueldade;

CENSURADO!

 

Pseudônimo: Pretinho

 

FILHOS DO ACASO

2º Lugar – Anderson Ferreira

 

Filhos deste chão

Presos numa prisão

Do tamanho da Terra.

 

Controlados por uma ditadura camuflada,

 Poderes inativos;

Presos em nós mesmos

Vivemos uma vida disfarçada.

 

Fantoches de um sistema falido

Brinquedos de um plano sem sentido

Jogados na imensidão do descaso

Vivendo em um constante fracasso.

 

O pobre grita pelo socorro

O sem terra clama justiça!

 

Qual será o preço da existência?

Será que sonhar não custa nada?

Para muitos custa a desilusão,

De lutar ao lado da solidão!

 

Pseudônimo: Brasileirinho

 

FENDAS

3º Lugar – Ricardo Humberto Artioli Grassi

 

Eu vou abrindo,

     Vou Entrando

          Buscando o conhecer

O suor escorrendo

      O branco aparecendo

             As rugas chegando

                  A vida passando.

A busca persiste

        A correria ainda existe

             As barreiras persistem

                    Mas acho uma fenda

E vou escavando,

    Vou rasgando.

          Buscando o renascer

Mais um dia amanhece

      A correria recomeça

         A disputa existe

             O desgaste evidente

Eu ainda luto

     Tenho que chegar!

         Mas bato de frente

              Com o muro de sempre.

Um dia o destruo

     Passo por ele

          Subo e fico

               No topo do mundo.

Aí! Eu paro

     E olho para o passado

        Vejo minha vida sem cor

            E percebo que sumi

Agora é tarde demais,

     Pois eu já morri.

 

Pseudônimo: Potamo

 

COMO SOMOS

Anderson Ferreira

 

Mudos;

Diante de alta voz

Que reprime a todos nós.

 

Surdos;

Sem escutar

O que a vida

Tem a nos comunicar.

 

Cegos;

Diante da crueldade

Exibida na TV

Assistida por você.

 

Paralíticos;

Sem movimento

Diante do enorme sofrimento

De todo povo.

 

Afinal quem somos nós

Em cima de um planeta bola

Que a cada dia nos impõe um novo desafio.

 

Pseudônimo: Brasileirinho

 

SIGNIFICADO NASCER

Ricardo Humberto Artioli Grassi

 

Logo que nasci a vida me saldou,

Com ar de professora e tarefa árdua, avisou:

Vai navegar pelas linhas áspera e aprender,

Com ela, a essência do significado nascer.

Dificuldades enfrentei; enfrento; enfrentarei

Tive que lutar; luto; lutarei.

Mas fui além do meu impossível

Existe sim, bloqueios fabricados por rótulos

sociais.

E devemos saber que eles são banais

Para o nosso objetivo

Que nunca pode ser obstruído

Com isso, eu aprendi a aprender

Com isso, eu aprendi o significado nascer.

 

Pseudônimo: Potamo

 

VAMOS À LUTA?

Éderson Ferreira

 

Que tal lutarmos?

Pela construção de um Novo Mundo,

Pela igualdade da liberdade,

Pelo fim do viver por viver,

Pelo cessar do sofrer.

 

Que tal clamarmos?

Palavras verdadeiras,

Uma oração de perdão,

Pensamentos com sentimentos,

Pelo fim das injustiças.

 

Que tal escrevermos?

Versos com o coração,

Frases que tenham bases,

Poesias de alegria,

Pela União da Nossa Nação.

 

Que tal encararmos?

A dificuldade do dia-a-dia,

A verdade da realidade,

A pobreza ao invés da riqueza,

A política preferencial.

 

Somos submissos,

A um capitalismo sem escrúpulos,

A um futuro inserto,

A força do maioral

A esse Mundo desigual.

 

Pseudônimo: Pretinho

 

LIBERDADE

Éderson Ferreira

 

Viver por viver,

Para não sofrer.

Falar por falar,

Mas no momento certo,

Se calar.

Os olhos

Fechá-los por fechá-los,

Para não enxergar.

Por que somos assim?

Para não sofremos e depois sermos reprimidos,

Para não enxergamos a desigualdade.

Qual a realidade?

A realidade da verdade,

A verdade da exploração.

Quem nos reprime?

A sociedade injusta.

Injusta em suas decisões.

Que desigualdade?

A desigualdade econômica,

Economia Miserável.

O dia em que:

Não vivemos por viver,

Não falarmos por falar,

Não fechar nossos olhos,

Nós seremos Livres!

 

Pseudônimo: Pretinho

 

TUDO FOI FEITO

Anderson Ferreira

 

Vivendo

A vida;

Aprendendo

A aprender;

Os costumeiros

Costumes.

Escrevendo

Se aprende escrever.

Cantando

Se aprende cantar

Caminhando

Se aprende a caminha;

Perguntando

Aonde vamos parar?

Percebemos

Que a vida não deve ser assim...

Não devemos

Escrever

Coisas “escritas”.

Não devemos

Caminhar

Por caminhos

“Caminhados”.

 Não devemos

Cantar canções

“Cantadas”.

O que devemos fazer?

Você deve aprender;

Mas por você mesmo...

 

Pseudônimo: Brasileirinho

 

ESCREVER

Ricardo Humberto Artioli Grassi

 

Pego uma idéia

Começo a escrever

Rompendo o infinito

Do meu renascer.

No começo é duro,

O branco persiste

Mas, ah! Eu destruo

A barreira que existe

O branco vai sumindo

A idéia surgindo

Os tabus vão caindo

O texto desenvolvido

Isso depende somente do eu

Que escreve e vence

Rompendo seu próprio limite

Sem esperar do descendente

Uma resposta coerente.

 

Pseudônimo: Potamo

 

VIDA

Samantha Jurado

 

Ando tanto

Correndo tanto.

Procurando não sei o quê

Quem sabe seja um pouco de você...

 

Quando eu achar-te

Procurarei beijar-te

Encontrarei felicidade

Quem sabe seja por essa cidade.

 

Um amor bem aventureiro

Como um velho boiadeiro

Que em seu cavalo monta

E sem medo se desmonta.

 

Um amor precisa ser completo

Porque se não, é igual a uma casa sem teto.

Com o meu coração triturado

Das lembranças e momentos

Que jamais esquecerei.

 

Pseudônimo: Sá

 

O SABOR DA VIDA

Samantha Jurado

 

A vida é um grande poema

Sempre com algum problema.

Imaginação de uma nação

Ou de amor sem paixão,

Que só causa complicação...

 

Será? Eu me pergunto...

Será que devo a essa pergunta?

Hoje me encontrei só,

Mas não totalmente só,

Pois a solidão estava comigo.

 

Mas não me sinto acabada,

Como uma água inesgotada...

 

A vida é um sabor

Com gostinho de amor.

O amor tem gosto de doçura,

Para mim é uma doença sem cura,

A vida é assim:

Sempre será assim...

 

Pseudônimo: Sá

 

O POETA NOVO

Gisele Maria Artioli

 

O poeta sonha com o infinito

E v^nele tudo o que é de mais bonito.

Para o poeta fazer versos,

Muita rima tem que encontrar

Mesmo que a poesia fique sem sentido,

A rima ele não deve abandonar.

 

Sou um poeta novo

E muitas coisas tenho a contar,

Minha cabeça está tão confusa

Que não sei por onde começar.

 

Não sei se falo de amor,

Ou da grandeza do oceano

Mas sei que a alegria deve reinar

Em todo e qualquer poema humano.

 

Se o poeta é o que sonha

Com o que pode ser real,

Vou sonhar tudo de novo

E trazer através desses versos

A imagem de um poeta novo.

 

Pseudônimo: GMA

 

IMAGENS

Grasielle Artioli Grassi

 

Televisão

Que problema

Todo mundo assiste

E não temos como detê-la.

 

Propagandas coloridas

Atenção a todo instante

Produto anunciado

Perigo constante.

 

Desenhos perigosos

Crianças inocentes

Lutas, guerras

Um futuro que irá ficar diferente.

 

O tempo passa

E não volta mais

Vamos utilizar o que temos

E saber viver mais e mais.

 

Pseudônimo: Nives-Grilda

 

SOCIEDADE EGOÍSTA

Ana Maria Gabriel

 

Vivemos numa sociedade consumista

Insiste o homem em ter sempre mais

Velhos abandonados, jovens egoístas

E, assim, vamos nos tornando mais irracionais.

 

Quando, porém, chega a derradeira hora

Uma agonia, um pensamento: o tempo é veloz

Então me desespero, minha alma grita, chora

Maldoso fui, e, agora, ninguém ouve a minha

voz.

 

Ah! que falta me fez um amor profundo

Mergulhei-me no prazer, tornei-me imundo

Assim, sem Deus, construí meu submundo.

 

Pseudônimo: Baixinha

 

MINHA ESTRELA PERDIDA

Josiane Lourenço Gomes

 

Procurei minha estrela

Mas não à encontrei

Em um perto bem longe

Minha estrela avistei.

 

Andei por muitos lugares

De baixo de muitos olhares

Procurando aquela estrela

Que pra mim é o que mais vale.

 

Procuro a muito tempo

Um alguém que me console

Que me conte, e que me fale

Dessa estrela inesquecível

 

Enfim aonde está essa estrela

Que não vejo, mas que sinto

Que não tenho, mas que quero

Que não sei se encontrei

Mas que q muito tempo

ESPERO.

 

Pseudônimo: Jo

 

AMIGOS

Armando José da Silva

 

Ter amigos não é tão simples assim.

Devemos ter amigos e preservar

A amizade para sempre.

Amigos não são todos.

Amigos não são aqueles que fazem você chorar

E gosta de te humilhar.

Amigos são aqueles que vendo você triste

Sabem fazer você ficar alegre,

Amigos sabem ter amizades verdadeiras,

Amigos sabem dividir

Tristezas e alegrias,

Amigos são fieis, sinceros e otimistas.

Todos nos temos amigos por isso

Teremos que dar muito valor a eles

Pois um depende do outro um dia

Por isso preserve a amizade para sempre.

Sem amigos não existe vida.

Não deixe escapar amigos um dia.

Porque amigos são como irmãos

Em todos os momentos eles estarão contigo.

E com certeza

Eles o amam muito.

 

Pseudônimo: Ronald Cow

 

UM DIA BRASIL

Armando José da Silva

 

Um dia nosso Brasil será mudado.

Porque este Brasil tão maltratado

Que está hoje não pode ficar.

Pois pensem bem jovens.

Um dia nós seremos o futuro do Brasil.

Para melhorar este país,

Nós somos capazes de tudo.

Podemos estudar para conseguir isto

E não podemos ficar na bagunça,

Devemos ter consciência de uma coisa,

O futuro depende de cada jovem

Que passa a depender de si mesmo

Para alcançar um objetivo na vida.

Dizemos assim nunca é tarde para pensar

Mas se deixa ficar tarde

Não terá mais jeito

Aí se vai o futuro de um jovem.

Cada jovem que prossiga com sua vontade

De um dia ser alguém na vida.

Jovens vamos mudar este país para melhor

Nós temos que estar preparados para o futuro

E a vida que está a prosseguir.

Para frente Brasil,

Somos no futuro os grandes jovens do Brasil.

 

Pseudônimo: Ronald Cow

 

O LUAR DA MADRUGADA

Donizete Ap. Vieira da Silva

 

Hum! que lugar!

Mas, que luar mais lindo...

É o luar que vem chegando!

Em plena madrugada de domingo.

Mas, que luar mais florido!

O luar parecido com um jardim;

Há estrelas de todos os tipos e cores...

Como aquela enorme estrela.

Desde o dia que lhe vi,

Dei o nome de estrela jasmim.

Por ser a mais bela desse Jardim.

O luar já esta prestes a terminar,

As estrelas não têm mais aquela brilho.

Aquele grande brilho que antes tinham.

Porque já está acabando a madrugada dessa

grande noite

a noite grande desse domingo.

Mas, tem a madrugada da segunda.

Que é comprida  e linda,

Que as estrelas cantam e brilham

Brilham com vontade de ter amigos.

Os cometas são alegres

Com aquela grande cauda

Passa para cá e para la´...

Sem vontade de parar,

Aquela madrugada de domingo que nunca

esquecerei

aquela imensa estrela que naquela madrugada

brilhava feliz

a estrela Jasmim que até hoje brilha só para mim

Em grandes madrugadas sem fim.

 

Pseudônimo: Jhonny Pither

 

DRAMA DA FLORESTA

Donizete Ap. Vieira da Silva

 

No alto da floresta...

Os cantos dos pássaros;

se misturam com o clima da floresta

selvagem .

rugido de animais ferozes

E o canto dos inocentes pássaros

Se misturam a um só canto,

O canto de alegria.

A alegria de estarem livres

Livres em seu habitat natural

Mas, quando chegam os caçadores

Ai é que vem a tristeza.

Com as suas armas e armadilhas

Sem piedade de tirar vida de animais

No alto da floresta seguem,

Os animais em silencio

Com medo de serem encontrados

Calam-se para proteger-se.

Tiros disparados... Uma vida sem piedade foi

tirada

Os animais inocentes calam-se

De medo de morrer

E os ferozes que atacam...

Não quero nem ver.

Os caçadores vão embora

Deixando a tristeza e o estrago

Que vem ao espírito da floresta

Uma tristeza marcante

É que agora assim

Sem mais porque viver.

Em aquele clima alegre

Os animais mortos, que tristeza de se

ver

sem ninguém para defender.

Agora cantam o canto triste

Ao dia amanhecer, em memória dos animais

Que eram valentes que tentavem se

defender.

 

Pseudônimo: Jhonny Pither

 

A ÁRVORE AMIGA

Andréia Z. de Carvalho

 

No meu tempo de infância

Quando bem criança

Havia uma árvore

Que se chamava esperança.

 

Era uma árvore, que eu subia sem medo

Era uma árvore, que me dava sossego

Aquela árvore era a mais linda de

Todo arvoredo.

 

Subia e descia, descia e subia

Sem medo de cair no chão

Pois, aquela árvore

Me dava proteção.

 

Aquela árvore que me dava segurança

Elogiava a minha dança e a minha

Canção.

 

Mas, o tempo passou

Daquele lugar, minha família se mudou

Nunca mais vi aquela árvore

Somente a saudade me restou...

 

Pseudônimo: Dré

 

TRISTE SENTIMENTO

Nei Alexandre Ziviane

 

Não sei o que faço.

Não penso.

Não entendo nada,

Olho para as estrelas que brilham na

madrugada,

Para que me ajudem a encontrar uma solução,

Uma resposta para um simples e pobre coração,

Um coração que sangra,

Que sangra sem parar,

Que por ter amado tanto,

Sofre muito e não consegue se recuperar,

Fica perdido, fica completamente alucinado

Por amar um outro coração,

Que não conhece os sentimentos,

De um coração apaixonado.

 

Pseudônimo: Um Brasileiro

 

UM CAMINHO

Nei Alexandre Ziviane

 

Não vejo nada...

Procuro caminhos,

Tento achar uma solução,

Mas a realidade é que em nossa frente só existe

a escuridão.

 

Ando, ando...

Procuro um longo tempo sem parar,

E quando encontro algum caminho,

Algo acontece para me atrapalhar.

 

Mas não desisto,

Procuro desesperadamente,

Um caminho, uma solução,

Que ajude a toda essa gente.

 

São pessoas esforçadas,

Que não tiveram sorte na vida,

Que procuram cada vez mais soluções,

E que cada vez acumulara mais feridas.

 

Mas as feridas encontradas,

Um dia irão cicatrizar,

E a escuridão que existe em nossas vidas,

Em luz irão se transformar.

 

Pseudônimo: Um Brasileiro

 

 

 

 

CATEGORIA ADULTO

 

 

 

 

CONTA E TEMPO

1º Lugar – Lúcia Ap. Artioli Grassi

 

Um dia teremos que dar conta de nosso tempo

E nós vamos, do nosso tempo, dar conta;

Mas, como dar, sem tempo, tanto tempo?

 

Para darmos conta feita a tempo, o tempo

É dado e nada fazemos; não queremos,

Sobrando tempo, fazer conta, porém,

Vai chegar um dia de acertar a conta.

 

Se temos tempo sem ter conta,

Não devemos gastar tempo em passatempo;

Enquanto é tempo, em nossa conta.

 

Pois aqueles que, sem conta; gastar tempo,

Quando o tempo chegar de prestar conta,

Chorarão o não ter tempo.

 

Pseudônimo: Sema

 

DESTINO

2º Lugar – Maria de Fátima M. Pontes

 

As palavras gastas

Esmagadas, rotas.

Tempo consumido

Relatando fatos,

Sucumbidos do vazio

Expresso nas mãos

Do mar a voltar

À praia em busca

 Das partículas

Deixadas na areia,

Deserta.

Incansável busca

Luta que consome

O valor natural.

Irreal mistério

Do brutal encontro.

Deveras o pranto

Contido nas ondas

Que não se cansa.

A profundidade tal

Como invade

A espera secreta

Na brisa que paira,

Permeia estupidamente as

Brumas incertas.

Coquetel de inerentes gaivotas,

Desoladas traçam a rotina

De um barco a vela

Solta na imensidão...

Nas asas do mar

Ficarás para sempre.

Mergulhadas na negligência

Da estúpida razão de ser.

 

Pseudônimo: Batman

 

ATO INSENSATO

3º Lugar – Carlos Alberto s. Góes

 

Um, dois, três, quatro fios paralelos.

Um, dois, três, quatro fios paralelos, um mormaço.

Um, dois, três, quatro fios paralelos, uma andorinha.

Um, dois, três, quatro fios paralelos, pés descalços.

Um, dois, três, quatro fios paralelos, um estilingue.

Um, dois, três, quatro fios paralelos, ai, ai, ai, o telhado.

Um, dois, três, quatro fios paralelos, que barulho.

Um, dois, três, quatro fios paralelos, tiro errado.

Um, dois, três, quatro fios paralelos, uma tormenta.

Um, dois, três, quatro fios paralelos, chuva imensa.

Um, dois, três, quatro fios paralelos, várias goteiras.

Um, dois, três, quatro fios paralelos, crueldade e besteira.

 

Pseudônimo: Góes

 

ALGO ESTRANHO

Adilson Leite

 

Olhando ao meu redor

Entre choros de uma solidão

A mente se distrai

E o pensamento flutua.

Meu corpo se fecha

A alma senti que o mundo fica vazio

Ao mesmo tempo frio.

Na realidade algo se manifesta...

Uma grande tristeza resumida em palavra

Que até então procurava entender

Algo difícil de esquecer.

Um vôo maior surpreende

E desloca direto da mente

Levando ao silêncio profundo,

Transformando em dor incontrolável

Algo que aconteceu ao meu ser

Me levando a fazer

Loucuras de paixão

Esse sentimento translúcido

Que transforma o ser

em alguém “especial”...

 

Pseudônimo: O Rato

 

OB-ROGAR

Maria de Fátima M. Pontes

 

No fascínio de um cisne

Que repousas no azul

Incerto das águas,

Em busca da paz.

Não apenas de um povo

Vivendo da glórias da corrupção:

Miséria infame.

E de pena em punho

Proferindo o bem

No espaço branco

Do branco papel,

Seu nome inseris...

E fazes do ser escravos da pena.

Mas falas solene da pena que sentes

Do seu semelhante, e marchas constante

Em favor a si.

Com pena flagelas, humilhas, destróis.

Despejas no morro

O povo estressado, mendigos, cansados.

Inertes...

Vassalos sedentos de paz.

Na audácia de um rei,

Professas grandezas torpes.

Mordaz, tirano, profano,

Na luta pelo poder,

Faz seu projeto um engano.

E entre comparsas nobres,

Camuflam seus ideais,

Sacrificar o ser humano.

 

Pseudônimo: Batmãm

 

VIDA E LUZ

Maria de Fátima M. Pontes

 

Se faça a luz!

E queime meus dias,

No gozo da morte.

Se faça sol!

E ilumine as noites,

Na aurora da vida.

Se faça terra!

E me sirva de berço,

No embalo dos sonhos.

Se faça terra!

E me sirva de berço.

No embalo dos sonhos.

Se faça água!

E embeba meu corpo,

Na pureza dos bálsamos.

Se faça mar!

E aporte meu barco,

No cais solitário.

Se faça fogo!

E conduza meu ser,

Na atmosfera fumegante.

Se faça amor!

E agonize comigo,

No clímax estrutural do organismo.

Se faça chuva!

E brote dos olhos,

Na face lavada.

Se faça céu!

E ampare meu espírito,

No espaço da glória.

Se faça saudade!

E do abstrato eu ressurja.

Na graça do Pai.

 

Pseudônimo: Batmãm

 

NAVEGAR

Carlos Alberto S. Góes

 

Navegar, eis a questão

Será que é correto ignorar este lindo ato?

Alguns temem, outros encaram de imediato

Como se estivessem cumprindo uma missão

Pois bem eu encarei esta “missão” de peito aberto

Na certeza que tudo daria certo

Derepente conheci um outro mundo, uma vida

diferente

Que já não era só minha, mas da gente.

E como um “pirata” eu me comportava

No mar aberto do desejo como ela eu navegava

Descobrindo novos tesouros, oriundos de um amor

perfeito  

Era tudo belo, parecia que seria sempre desse

jeito.

Derepente apaga-se as luzes, mais um dia vai

embora

E o descanso torna-se intermediário de mais uma

aurora

Ao abrir os olhos senti um gelo envolvente

Não era a estação fria, era algo diferente.

Engraçado como a gente faz rimas com o amor

Mas no momento infelizmente rimo sofrimento e

dor

Pois o amor que era perfeito parece ter sumido

E o gelo do amanhecer finalmente é esclarecido.

No mar aberto do desejo, com ela não mais estou

E as lembranças de nossos momentos foi tudo o

que me restou.

Um sentimento que era belo, não tem jeito, foi

embora

Um bom tempo juntos, separados agora.

Navegar, eis a questão.

 

Pseudônimo: Góes

 

EM UM CANTO DA PISCINA

Carlos Alberto S. Góes

 

Em um canto da piscina, calmamente se

refrescava

Uma linda mocinha querendo ficar bronzeada

Seu corpo de bailarina sobre a água flutuava

E bem de perto um jovem calmamente a

observava.

Com os olhos arregalados, ele só imaginava

Que beleza de garota! Que coisinha rara!

Veja só o seu corpinho, é perfeito, todo

encurvadinho!

Veja só o seu rostinho, é belo e lisinho!

Os seus lábios devem ter o sabor do puro mel

O mel mais puro, jamais provado por um

apicultor

O seu cheiro gostoso me eleva até o céu

E se eu ficar olhando muito, vou morrer de

amor.

Foi então que derepente ele tomou certa

coragem

E partiu para investida sem nenhuma

malandragem

Com uma bela conversa aumentou a amizade

E a partir daquele instante encarou a realidade.

 Não podia deixar de dizer o que no momento

ele sentia

Sua maior expressão era a maneira como sorria

Mas quando ele menos esperava, ela também se

interessou

E no meio da conversa, por ele se apaixonou.

O jovem logo percebeu e lhe fez muito carinho

Foi tocando levemente o seu rosto com jeitinho

Alisou os seus cabelos e lhe fez um

chameguinho

Beijou a sua boca e mordeu seu pescocinho,

com carinho.

Ela então disse contente que ele era especial

E que no meio de tanta gente era ele o mais

legal

Disse que seu jeito de ser transmitia paz e

alegria

E que estava feliz com a sua companhia.

Ele todo sorridente era pura felicidade

E com seu jeito humilde, ignorou a vaidade

A mesma sinceridade do começo permaneceu

até o fim

E os dois foram embora de mãos dadas como se

estivessem num jardim.

 

Pseudônimo: Góes

 

MIRAGEM

Adilson Leite

 

Em nosso momento mais sóbrio

Meu desespero maior

Você ainda se importará?

Você ainda estará lá?

Nas provações,

Nas minhas atribuições,

Nas dúvidas e frustrações,

Na minha violência,

Na minha turbulência.

Através do meu medo

E das minhas angústias

No meu sofrimento

Pela felicidade que virá

Pela minha tristeza

E a promessa de um amanhã.

Eu nunca deixarei você partir

Você estará sempre no meu coração.

 

Pseudônimo: O Rato

 

UM HOMEM CHAMADO JESUS

Maria de Lurdes D. Ferraris

 

Um homem bom e severo ao mesmo tempo.

Ensinava com amor os evangelhos.

Escolheu a que segui-lo, por companheiro.

Para ser suas testemunhas verdadeiras.

 

Veio ao mundo por intermédio de uma virgem,

Que também teve seus padecimentos.

Mesmo assim, no alto de uma cruz,

Nos deu por mãe, sem nenhum

constrangimento.

 

É dela que aprendemos a obedece-lo.

Mesmo sendo mãe, não usava este direito.

Mas com jeitinho ela logo partilhava:

Faltou vinho meu filho, de um jeito.

 

E Jesus mesmo sabendo que era rei,

Não rei das coisas deste mundo,

Mas filho querido do Deus vivo,

Mesmo assim deu a vida aos seus amigos.

 

No alto da cruz ele foi pregado,

E foi grande o seu padecimento,

No terceiro dia, o filho de Deus ressuscitou,

E nos fez herdeiros do céu neste momento.

 

Pseudônimo: M.L.

 

VITÓRIA NOSSA

Paulo Sena Dim

 

Mundo meu:

Sofrimento,

Tristeza,

Desespero,

Desprezo,

Angústia,

Medo,

Dor,

Ódio,

Lamento,

Incompreensão,

Fome,

Opressão,

Abandono,

Vícios,

Criticas

Afronta,

Desanimo,

Ambição,

Trevas,

Barreiras,

Muralhas,

Perseguição,

Miséria,

Intrigas,

Desilusão,

Inveja,

Drogas,

Morte,

Lamento,

Tormento,

Etc... etc...

Pensamento meu:

Existe uma luz tão radiante que pode por fim em tudo isso; amor, luz que radia em mim e em ti.

Vitória Nossa: Felicidade

 

Pseudônimo: Poeta Pobre

 

MEMÓRIAS PASCAL MACATUBENSE

Paulo Sena Dim

 

Abriu, abriu

Abrem corações alegres, abrem portões

Abriu, abriu

Morre cidade minha

E vive Jerusalém em sua alma

Em tuas ruas há movimentação,

Pois é um momento de devoção

Tudo se inicia a frente de uma catedral,

Quando muitos, a um homem, demonstram seu

mal

Sem amor começam a lhe maltratar, sem

compaixão

Pelas ruas seguem Israelitas em multidão

Estás morta, cidade minha, para “in memorian

lembrar.

Cidade minha: jardim fechado se torna

Fecha cidade minha. Para lá entrar

Pois pés sangrentos,

Caminham em suas ruas em lamentos,

Em sua ruas em lamentos

Em suas ruas, tão movimentadas,

Neste dia se encontra um homem sobre a

estrada

Estás morta, cidade minha acaba a atração.

Pois somente no homem sangrento há atenção.

Oh! cidade minha: Quão grande é tua sabedoria.

Que vive em memória de fulgor e alegria

Abrir se lembre então, o grande amor universal

Em que tuas memórias há amor sem final.

Morre um canto recreativo de ti

Nas memórias macatubenses, o Gólgota vive ali

Te amo, cidade minha, pois em ti está o amor,

Amor cravado em sua alma, que envolve de

fulgor

Quão... quão... quão... grande e imensurável és tua

memória, cidade minha.

 

Pseudônimo: Poeta Pobre

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

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