ELEIÇÕES 2008 - VOCÊ É ESPECIAL ?

Pessoas especiais têm modos diferenciados de enfrentar questões especialíssimas. O Eleitor consciente é quem exerce um papel especial na vida das cidades, estado e país. Faz a diferença na medida em que, ANTES de votar, analisa as propostas e busca conhecer a história dos candidatos e partidos. Tem plena consciência de que a escolha certa exige respostas seguras a questões especialmente básicas, como:

1) Conheço e aprovo o passado, o trabalho e a vida familiar do candidato? [não conhecendo, procurei informações suficientes a esse respeito?]

2) o candidato propõe coisas sérias, impessoais, que possam acrescentar algo positivo à comunidade?

3) o candidato conquistou, simplesmente pediu, ou tentou comprar meu voto?

4) passadas as eleições, tenho como acompanhar a atuação política do candidato escolhido (eleito ou não)?

5) há coerência entre as propostas e a história do candidato?


Encontrando dificuldade para a resposta da primeira questão, sabe ser necessária muita reflexão e busca por alternativas, pois os candidatos analisados não são especiais e não servem para representá-lo durante os próximos quatro anos.

Havendo superação dessa fase inicial, o Eleitor consciente questiona-se: Esses candidatos têm propostas? Essas propostas poderiam ser minhas? Eu e meus familiares não sentiríamos vergonha delas?

Dependendo das respostas, as opções devem ser descartadas, pois não é razoável votar em quem não tem propostas ou em quem propõe aquilo que o próprio Eleitor não acredita ser possível.

Propostas sérias, impessoais e coletivas, além de acrescentarem pontos positivos para a comunidade, se contrapõem àquilo que o Eleitor consciente quer evitar: propostas demagógicas e assistencialistas dos oportunistas de plantão, a quem não convêm Eleitores especiais.

CUIDADO COM O NARIZ DE PALHAÇO

O Eleitor consciente é diferenciado dos demais porque sabe separar as boas das más propostas e, com isso, descarta os espertalhões que, na busca de vantagens pessoais (salário, favores, serviços, etc), querem mesmo é colocar um simbólico “nariz de palhaço” no rosto dos desavisados. Muitos deles estão ai, rindo dos narizes colocados nas últimas eleições e esperançosos em colocar muitos outros nesta.


Superadas as fases anteriores dessa busca pelo voto consciente, em seguida o Eleitor deve refletir sobre como chegou aos nomes dos candidatos que têm chance de serem os destinatários do seu voto. A essa altura não tem qualquer dúvida acerca do cuidado a ser tomado para que seu voto não seja transformado em mercadoria de troca. Sabe que cada voto, por ser instrumento de realização da cidadania, deve ser consciente e livre. A tentativa de compra (direta ou indireta) de voto é crime. Um criminoso não merece sequer estar no rol dos que poderiam receber o voto do Eleitor consciente, pois, se antes da eleição o candidato já pratica crime, imagine o que poderá fazer depois de eleito (ou reeleito). Dessa forma, qualquer tentativa de compra do voto deve ser motivo de descarte.

Caso o candidato conquiste o voto com trabalho realizado, ou com demonstração de capacidade para realizá-lo em favor da coletividade, perfeito: o Eleitor consciente está prestes a fazer uma excelente escolha.

Porém, isso não é tudo. Escolhidos os nomes que preencham esses requisitos básicos, o Eleitor consciente deve refletir se, passadas as eleições, terá como fiscalizar a atuação político-partidária dos candidatos escolhidos. Isso porque o Eleitor consciente leva em consideração que um líder político necessariamente não precisa estar eleito para influir nos destinos da cidade; um líder político precisa participar, não ser omisso nas atividades políticas da cidade, com ou sem mandato. Um líder, eleito ou não, deve descartar a comodidade da crítica gratuita. Qualquer crítico sério deve, no momento das críticas, apresentar alternativas factíveis para a situação criticada. Daí a importância de o voto do Eleitor consciente ir para quem realmente acredite ser merecedor.

Esse é outro ponto que distingue os “especiais” dos “comuns”. Estes votam por impulso ou naqueles que acreditam terem mais chances eleitorais sob o argumento de que não pode “jogar fora seu voto”. Colocam seus narizes à disposição dos ornamentos.

Os “especiais” sabem que podem fazer a diferença mesmo nas derrotas dos candidatos escolhidos. Consideram a história de cada postulante. História escrita nos detalhes do cotidiano da vida em comunidade, que servirá como base avaliatória para cada Eleitor definir o voto consciente.

É esse voto irá credenciar o Eleitor nas cobranças que virão após o encerramento do processo eleitoral. Quer sejam elas para os Eleitos, quanto para os não eleitos, pois candidatos sérios devem ter disponibilidade para os assuntos comunitários, com ou sem mandatos, dentro ou fora do período eleitoral.

Uma coisa é certa: a falta de reflexão da importância de cada voto para o exercício desse direito fundamental da cidadania, além de produzir conseqüências muito negativas para seu bairro, cidade, estado e país, certamente causará vergonha, constrangimento e atrasos por 4 anos.

Políticos que descaradamente prometem vantagens particulares ao Eleitor, não possuem o requisito básico para a vida pública: compromisso com a coletividade.

São maus políticos e não merecem seu voto.

Seja especial.
“O VOTO INCONSCIENTE FAZ MAL À CIDADANIA”


OSC Patriotismo (Organização voltada ao bem da Pátria e da Cidadania. Confira em www.patriotismo.org.br - E:Mail: patriotismo@patriotismo.org.br)
( Luiz Eduardo Franco, presidente )



Patriotismo - ELEIÇÕES 2008 - 9/26/2008

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